segunda-feira, 18 de julho de 2011

Culminância do projeto - Aniversário de 66 anos da escola



Primeira Diretora

Gestora Atual

Frente da escola

Parte do Memorial
Vice- Gestora Luciele          Professores  Fatinha- Edwin - Socorro
Prefeito André Lisboa Filho
Madnéa- Coordenadora Fund. I , Samyr - Garoto Presidente, Karis - Garota Presidente,  Alessandra -Secretaria de Educação)
Socorro, Andréa, Marilda, Fatinha, Dida, Joélia, Telma, André e Renilda
Suely, Fernanda,Marilda Fatinha e Liomara
Ailton Brandão colaborador, amigo e parceiro da escola
Alunos campeões e vice-campeões de futsal e handebol masculino e feminino
Professor Edwin e alunos
Telma Brandão amiga, colaboradora e parceira da escola
Rita e Professora Elizete

Rita e Andréa amiga da escola
Adelaide, Rita e Telma


Os protagonistas, nossos alunos.
Parabéns!!!!!!

DJ Osmar, o DJ da galera, amigo da escola


Histórico da escola

Grupo Escolar Presidente Roosevelt – Histórico
Antes mesmo de sua construção, a Escola Presidente Roosevelt já contribuía para o desenvolvimento da educação em Ituberá. Sua história foi construída com responsabilidade e compromisso, na perspectiva de tornar-se referência na educação futura.

Em 1943, os primeiros alunos da instituição estudavam em sobrados alugados pela prefeitura, ficando assim durante dois anos. O início da construção do prédio escolar se deu no mesmo ano, na gestão do Coronel Agenor Ivan de Figueiredo Miranda e no governo de Juraci Magalhães, e o tão sonhado prédio que propiciaria educação pública a todos os munícipes de Ituberá foi inaugurado no dia 02/07/1945, com quatro salas de aula e banheiros.

O nome da escola foi escolhido em homenagem ao Presidente dos Estados Unidos que na época era Franklin Delano Roosevelt, considerado um grande estadista por suas decisões e atitudes. Na época, uma resolução do presidente Getúlio Vargas determinava que, em qualquer lugar do país onde fosse construída uma escola naquele ano, a unidade deveria ter o nome de Presidente Roosevelt.

Milhares de estudantes já passaram por seus bancos escolares, dentre eles os idealizadores e construtores da bandeira de Ituberá, fato ocorrido na década de 60.

Sua história é marcada pelo trabalho com o Ensino Fundamental I e II. A unidade já foi de responsabilidade do Estado e atualmente pertence ao município.

A primeira diretora a dirigir a escola foi Zyr Lisboa e o primeiro delegado escolar Dr. Jasinto de Perouse Pontes, juntamente com a equipe de professores composta por Emília Rodrigues Cairo, Iria Maria Silva Lisboa e Lindaura Silva de Araújo. Na época, a escola funcionava apenas no turno matutino. Com o passar dos anos novos docentes foram fazendo parte desta história, dentre elas D. Ester Baiarde em 1950, Celi Lisboa em 1953, Marli Baiarde em 1960. Como merenda escolar era servido aos estudantes leite vindo dos Estados Unidos.

Por volta de 1968 a merenda passou a ser feita no próprio município, trabalho que teve como supervisora D. Lili Vilas Boas.

Em 1986, D. Emília Rodrigues Cairo exerce a função de delegada escolar da escola, função hoje exercida pela coordenadora pedagógica. A organização do ensino (1º Ano A e 1º Ano B, 2º Ano, 3º Ano, 4º Ano e 5º Ano) perdurou até o ano de 1990.

Quando teve início o programa de alfabetização de adultos – MOBRAL, a escola passou a oferecer aulas no turno da noite. Durante todo esse período a escola manteve uma rigorosa disciplina e sua marca eram as festas cívicas, o respeito com que era tratado os professores, o uso correto do fardamento e o respeito ao horário, além do ensino dos hinos pátrios que eram cantados todos os dias em fila e a oração feita antes de entrar na sala de aula.

Em 2001 a escola deixa de ser estadual e passa a ser municipal. Com a necessidade de ampliar algumas dependências, em 2004 houve ampliação da secretaria, cozinha e diretoria já que neste ano houve oferta para o Ensino Fundamental II. Passado um ano, surge novamente a necessidade de reformar a unidade escolar, e então foi reorganizada a sala dos professores e a diretoria.

No final de 2006 surge a preocupação com o aumento da procura de vagas. Assim, foi necessário construir mais salas de aula para atender a demanda.

O prefeito da época, Almir de Jesus Costa constrói então o pavilhão Maria das Graças Ribeiro, oferecendo vagas a mais 400 alunos e 20 profissionais, totalizando em 2007, 842 alunos matriculados e 50 funcionários trabalhando.

Muita coisa mudou com o passar do tempo, e a escola em 2010 criou o projeto Reconstrução e Reconstituição do Patrimônio Escolar, que deu vida nova à escola, e contou com o envolvimento de alunos, professores, pais, Secretaria de Educação, Prefeitura Municipal e comunidade, importantes parceiros que trabalharam em prol da melhoria da escola tendo também a criação do hino da escola pelas professoras Maria do Socorro Gomes e Simone Neri, melodia de Rony Xisto e voz de Wellington Alves.

Em 2011 o Prefeito André Lisboa Filho assinou o convênio para a tão sonhada reforma da quadra. Com ansiedade aguardamos o início das obras.

Toda essa pesquisa buscou não apenas reconhecer as mudanças na estrutura física e descrever sua aparência, mas, sim, perceber a dinâmica das transformações que vão ocorrendo em diferentes momentos históricos. É preciso observar e também avançar na busca de explicações para o que permaneceu e o que foi transformado.

Socorro Gomes

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Presidente Roosevelt 66 Anos de História

A história se constrói com o tempo...



No encontro das areias do tempo a alegria da busca e do encontro com nossas origens.

Parabéns EMEF Presidente Roosevelt, 66 anos de história, dedicação qualidade e respeito.

domingo, 12 de junho de 2011

São João dos professores

De acordo estudos, as festas juninas foram trazidas pelos portugueses.

A dança marcada vem da França, característica das danças nobres e que, no Brasil, estimulou muito as típicas quadrilhas.

A tradição de soltar fogos de artifício veio da China.

Todos estes subsídios culturais foram com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.

Embora as festa juninas sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: Santo Antônio, São João e São Pedro.

Comidas típicas

Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitas deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuscuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.

Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bom-bocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.

Tradições

As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.

Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, é comum as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.





















quinta-feira, 2 de junho de 2011

IV Encontro Família e Escola - Limite começa em casa

Educar nos dias de hoje é considerado tarefa muito difícil. Em pleno século XXI onde a modernidade esta instalada em todas as partes, o excesso de consumismo é vista de uma forma muito natural. Os pais se encontram entrelaçados com tantas solicitações feitas pelos filhos que se encantam com as novidades que verem  na TV, nas escolas quando alguns colegas mostram a coisas que estão na moda.  Os filhos pressionam os pais até dizendo que na escola ele é o único que não tem determinada coisa, que se sentem um peixe fora d’água.
Sempre nós pais nos perguntamos o que fazer? Ceder ou resistir? Penso que a resposta esteja nos dois termos. Ceder não em tudo, mas também não se pode recusar todas as vezes. O limite está precisamente quando apresentamos alternativas para que ele ganhe o que almeja; esforçando-se para alcançar algo que deseja muito. Quando os filhos ganham presente diariamente sem nenhuma dada especial, torna-se um circulo vicioso e passam a não dar o devido valor que aquele presente deve ter.
O mundo hoje gira no capitalismo, em que as datas comemorativas são divulgadas na mídia a todo instante, apelando para o consumismo. Esta é a realidade que bate à nossa porta.  Precisamos utilizar esses argumentos a favor, assim começamos a dar limites. Basta que a cada pedido dos nossos filhos façamos uma parceria com eles, assim cobrando, por exemplo: a arrumação do quarto, a recuperação daquela nota baixa, o compromisso com seus estudos, e tudo aquilo que você está cansado de mandá-lo fazer e ele resiste sempre.
O acordo deve ser sempre alertado, mesmo depois de ter recebido o presente, deve permanecer o combinado, pois se houver quebra, das próximas vezes ficará sem o presente.
Mas, dar limites aos filhos não se resume em dar presentes. Muitos pais  por ter uma vida muito corrida, trabalhando o dia todo tentam suprir sua ausência com presentes, mas, na verdade estão tentando enganar a se mesmo achando que preenche esse vazio. Serve apenas como válvula de escape.
Os pais, jamais devem esquecer que a qualidade tem um valor bem maior que a quantidade. Qual a importância que tem sua presença em casa se não é capaz de lhe dar atenção, amor e confiança? Todos aqueles que são capazes de sentar e dialogar com seus filhos sobre a necessidade de trabalhar, assim dedicando seu tempo com seu filho com a máxima qualidade possível, certamente sairá ganhando.
Os limites devem ser dados desde criança, mas, sem confundir limites com proibir.
Todas as vezes que precisar chamar seu filho atenção não grite dialogue, não perca a paciência, converse sempre sobre coisas da vida, o que acha certo e errado, sempre quando a família estiver reunida. O diálogo é o mais importante ingrediente que está faltando na grande maioria das famílias e é isso que o pão muitas vezes  sempre não incha ou incha demais a ponto de derramar.   




Pais dos alunos
Pais
Vice-Gestoras Liomara e Socorro
Gestora - Rita

Equipe de professores
 Rosete e Roselito 
Coordenadora Madnéa
Pai presente na escola - Nazinho

Socorro Vice-Gestora - Rita Cristina Gestora - Liomara  Vice-Gestora
Pais
Professores