quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Abraço Grátis;Caminhada da Paz.


Pais E Filhos

Estátuas e cofres
E paredes pintadas
Ninguém sabe o que aconteceu
Ela se jogou da janela do quinto andar
Nada é fácil de entender.

Dorme agora:
É só o vento lá fora.
Quero colo
Vou fugir de casa
Posso dormir aqui
Com vocês?
Estou com medo tive um pesadelo
Só vou voltar depois das três.

Meu filho vai ter
Nome de santo
Quero o nome mais bonito.

Refrão:
É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se você parar pra pensar,
Na verdade não há.

Me diz por que o céu é azul
Me explica a grande fúria do mundo
São meus filhos que tomam conta de mim

Eu moro com a minha mãe
Mas meu pai vem me visitar
Eu moro na rua, não tenho ninguém
Eu moro em qualquer lugar
Já morei em tanta casa que nem me lembro mais
Eu moro com meus pais.

Refrão:
É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se você parar pra pensar,
Na verdade não há.

Sou a gota d'água
Sou um grão de areia
Você me diz que seus pais não entendem
Mas você não entende seus pais.
Você culpa seus pais por tudo
E isso é absurdo
São crianças como você.
O que você vai ser
Quando você crescer




A Paz
Tão procurada por nós e tão difícil de ser encontrada onde a procuramos.

Buscamos nos outros o que ainda não sabemos doar. O que ainda precisa ser aprendido.


A paz chegará com a certeza de que demos o melhor de nós para os outros, mesmo que muitos não o reconheçam.



LIBERDADE RELIGIOSA, CAMINHO PARA A PAZ.
Bento XVI

Que a paz do Senhor esteja sempre com vocês.
A liberdade religiosa está na origem da liberdade moral. Com efeito, a abertura à verdade e ao bem, a abertura a Deus, radicada na natureza humana, confere plena dignidade a cada um dos seres humanos e é garante do respeito pleno e recíproco entre as pessoas.





A família, escola de liberdade e de paz.

Se a liberdade religiosa é caminho para a paz, a educação religiosa é estrada privilegiada para habilitar as novas gerações a reconhecerem no outro o seu próprio irmão e a sua própria irmã, com quem caminhar juntos e colaborar para que todos se sintam membros vivos de uma mesma família humana, da qual ninguém deve ser excluído.





quinta-feira, 29 de setembro de 2011

♥♥♥ Primavera ♥♥♥

Primavera
Cecília Meireles


A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.

 
Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.



Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.



Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.



Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.



Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.



Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.



Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.



Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.



quarta-feira, 7 de setembro de 2011

7 de Setembro - Independência do Brasil


Independência do Brasil o processo que culminou com a emancipação política desse país do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, no inicio do século XIX. Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, em um ocorreu chamado “Grito do Ipiranga”. De acordo com a historiografia clássica do país, nesta data, ás margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Principe-regente no Brasil, D. Pedro de Alcântara de Bragança, também príncipe real do reino unido de Portugal, Brasil de Algarves, bradou perante a sua comitiva: “Independência ou Morte!”.


 






Letra: Joaquim Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manoel da Silva
LEI N. 5.700 - DE 1o DE SETEMBRO DE 1971
Art. 6o O Hino Nacional é composto da música de Francisco Manoel da Silva e do poema de Joaquim Osório Duque Estrada, de acordo com o que dispõem os Decretos n. 171, de 20 de janeiro de 1890, e n. 15.671, de 6 de setembro de 1922, conforme consta dos Anexos ns. 3, 4, 5, 6 e 7.



Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu risonho e límpido

À imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.

Terra adorada
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil
Pátria amada,
Brasil !
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!



Do que a terra mais garrida
Teus risonhos lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores".
Ó Pátria amada,
Idolatrada
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado
E diga o verde-louro desta flâmula
Paz no futuro e glória no passado.

Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil
Pátria amada,
Brasil !



Os Desbravadores de Ituberá
O Clube de Desbravadores é um departamento da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que reúne pessoas de todas as idades.
O programa é direcionado a adolescente de 10 a 15 anos, sem importar o sexo, religião, raça e nem situação econômica.
No Clube de Desbravadores aprende-se a servir a Deus, à Pátria e aos semelhantes, fazendo uso das capacidades mentais, físicas, sociais e espirituais que o Senhor nos tem dado.
O trabalho social é uma das características dos desbravadores. Visitar asilos, orfanatos, hospitais, ajudar a socorrer as pessoas quando estas foram vítimas de algum desastre natural, arrecadar alimentos para logo doá-los a famílias carentes, etc.
Como desbravadores amamos e conservamos a natureza que nos rodeia. Aprendemos a conviver com ela sem machucá-la, e estamos sempre prontos a defendê-la.
O Clube de desbravadores está presente em mais de 135 países com aproximadamente 2 milhões de desbravadores espalhados pelo mundo.



segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Desfile 14 de agosto, dia da cidade

EMEF PRESIDENTE ROOSEVELT
No encontro das areias do tempo a Escola Presidente Roosevelt se alegra na busca do encontro com nossas origens. Seus princípios, seus valores, sua missão o Presidente é luz, é cidadão.
Sua história foi construída com responsabilidade e compromisso, na perspectiva de tornar-se referência na educação de Ituberá. Oferece aos alunos uma formação cívica, dentro da ética e da cidadania; a disciplina e a leitura são oferecidas com temas que buscam fortalecer desde cedo o respeito aos símbolos nacionais e, sobretudo a preservação dos bens sociais. A valorização da tríade “aluno-família-escola, por meios de práticas pedagógicas, e de estimulo a participação ativa da família.

Mergulhando no projeto de Leitura Educação Para Crescer, a escola fez emergir da leitura o sonho presente em nossa memória coletiva, fazendo-se recorte do tempo, apresentando uma linha do tempo musical através de décadas o desenvolvimento de Ituberá, assim como no Stand apresenta um memorial com os trabalhos ampliados pelos alunos.

A escola onde sonhos e planos, alcançam muitos, dos filhos ilustres desta terra ao anônimo recebe com amor. Na educação de Ituberá, será sempre referência, dos seus antepassados e dos filhos meus Presidente Roosevelt fará sempre a diferença na educação de Ituberá.

A escola-família Presidente Roosevelt orgulha-se de ser ituberaense e neste momento parabeniza-lhe pelos seus 102 Anos de emancipação política, de terra de povo guerreiro, da água cristalinas, do dendê, do cacau, da seringa...

Viver neste paraíso das águas é com certeza, uma dádiva divina. Feliz Aniversário Ituberá.


Na década de 40 Ituberá teve como prefeito o Sr. Cherubim Leite e vários interinos Nesta década surge a primeira escola de nossa cidade Grupo Escolar Presidente Roosevelt, tendo como gestora Sr. Zyr Lisboa, e as professoras Emilia Cairo, Lindaura Araujo e Iria Maria Silva Lisboa. No final dos anos 40, surge em Ituberá a primeira função de auto falante, que foi denominada Serviço de auto-falante Santarém, que foi trazido pelo Sr. Rosentino Botelho Filho, vulgo “Déla”, e como locutor o Sr. Jaldete Muniz de Araújo. Categoricamente em 1º/06/44 passamos de Santarenos para ituberaenses.

 A música mais tocada era o bolero.




Nos anos 50 fez parte do executivo o Sr. Manoel Libânio da Silva Filho e Nestor Lopes. Com o ensaio da democracia, surgiram ideias novas para Ituberá a borracha, passa a ser para o governo produto astucioso mostrando sinais de desenvolvimento, tendo Dr. Antonio Lemos Maia como formador desta situação. Ao começar a década de 50, como complemento para transformar a cidade, o engenheiro Noberto Odebrecht, um homem de mente progressista, que vê em Ituberá o lugar certo para a implantação de novos projetos, dentre eles o sonho de envolver a juventude em seus projetos cria trabalho para gerar riquezas.

Na época dança que predominava era o Tango.

Anos 60. Os prefeitos foram: Rosentino Botelho de Assunção Filho, Antonio da Costa Pinto Dantas, Marcionilio Cursino Barbosa. Nesta década surge em Ituberá, a coelba e com isso o primeiro cinema. Logo após o cinema chega a magia da noticia televisiva que foi instalado numa das janelas da biblioteca público. O primeiro televisor de Ituberá era ligado somente a noite para a curiosidade e encanto dos primeiros telespectadores da cidade. Também nesta década o látex da seringueira passas a ser manufaturado na própria zona produtora, levando Ituberá a ser conhecida em São Paulo graças a dois irmão que foram os idealizados e pioneiro no município, Dr. George Pryl e Dr. Stanislas Pryl, eles contribuíram e através de sua empresa continuam contribuindo até hoje para o desenvolvimento industrial e sócio–econômico em nosso município,
 Fazendo conhecer a todos o ritmo contagiante do Tuister.

Anos 70. Teve como prefeito Onésimo Muniz, Antonio da Costa e André Lisboa Filho. No inicio desta década, a industrialização do palmito na cidade contribuiu muito para o desenvolvimento de quase toda a região. Neste período depois de muitos entraves burocráticos é inaugurado o Hospital, posto telefônico e o segundo banco no município. Tendo o prefeito atual como  ator principal deste desenvolvimento.
Estourava nas baladas o ritmo contagiante de pop rock com Mickel Jackson.



Nos anos 80 André Lisboa Filho e Értico Leite. A cidade cresce mesmo sem projeto  topográfico e consegue com o governo Estadual inaugurar o Colégio Idelzito Eloy de Abreu (Colégio Estadual). A cidade sonha em ir a praia de carro então foi aberto uma estrada ligando Ituberá ao Pratigi, mesmo sendo de barro. Também o sistema de água potável chegou para alegria de todos além da inaugurada o terminal rodoviário.    
O ritmo da época era a discoteca.


Anos 90 governaram nossa cidade: Érico Leite, André Lisboa Filho, Dr. Kleber Tunes Teixeira. Felizmente a estrada do Pratigi é asfaltada e inaugurada nesta década. Com o propósito de proporcionar aos ituberaense lazer esportivo a população ganha o Complexo André Apóstolo dos Santos. Em meios ao desenvolvimento Ituberá é presenteada pela radio Litoral FM 95.7, e findando a década temos a terrível inundação que destrói a Loja Suissa Presentes.
Nesta década os ritmos flistep trazem uma mudança no modo de agir e pensar da juventude Ituberaenses.

 
Ano 2000. Tivemos como administradores o Sr.Érico Leite, Nilton Kleber, Almir de Jesus Costa, e André Lisboa Filho. Ituberá como portal da cultura recebe das mãos do Sr. Roberto Baiardi o grande presente ”A casa do Colecionador”, teve também o projeto Esportivo Verão Vivo. O terrível assalto ao Banco do Brasil. Criação do mirante da Pancada Grande, A Praça Dr. Antonio da Costa Pinto Dantas (Praça de Taxi) foi reconstruída, ampliação da escola Presidente Roosevelt, o CRAS, o SIS, calcamentos, implantação de água nos barros necessitados, energia, reinauguração e valorização do patrimônio cultural com a reinauguração da Prefeitura velha, hoje a atual. 
E hoje o ritmo que contagia e o pagode.












segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Inauguração da antiga Prefeitura

História, Características e Restauração do Monumento
O edifício foi sede da Prefeitura de Ituberá de 1938 até 1993, mas também abrigou messe período em suas dependências, biblioteca pública, ateliê de costura e bordado, sapataria, alfaiataria, bar, barbearia, posto médico, açougue, dentre outros. Teve como primeiro prefeito a ocupar seu espaço o Sr. Érico Sabino de Souza. Só em 1951, porém, na gestão do Prefeito Manoel Libânio, após reforma, passou a ser apenas sede da Prefeitura.
Ituberá berço de todo ituberaense, seu desenvolvimento embala a todos nós.
Hoje a Prefeitura Municipal, restaurada por muitas mãos, num esforço coletivo respeitando as tradições e tendo sua integridade mantida e preservada volta à sua vida no centro histórico da cidade. E agora passa a fazer parte e a ser reconhecido como Bem Cultural e Artístico Municipal, tombado pelo Decreto Lei nº 143/11 de 26 de julho de 2011. Isto é cidadania!

André Lisboa Filho
Prefeito